Este projeto tem como foco melhorar o desempenho profissional dos professores do Ensino Fundamental e Médio.

O desenvolvimento profissional é resultado de um processo dinâmico e coletivo, por isso, a estratégia do Projeto de Desenvolvimento Profissional (PDP) baseia-se na constituição de grupos autogerenciados de estudo, reflexão e ação denominados Grupos de Desenvolvimento Profissional (GDP). Tais grupos se articulam em torno da concepção e execução de um projeto que conta com o apoio da Secretaria Estadual de Educação. Ao constituir e participar de um GDP os educadores se envolvem em um processo de mútua aprendizagem.

Desde 2004, o PDP é desenvolvido nas escolas que participam do Projeto Escolas-Referência.

Em 2011 a Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina dará continuidade ao trabalho com os GDPs partindo do pressuposto de que o desenvolvimento profissional deve promover autonomia de ação, liberdade de análise, autoconfiança e poder de decisão, decorrentes de um trabalho coletivo para a realização de estudos e projetos.

domingo, 11 de setembro de 2011

Reunião na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente


Foi realizado no dia 6 de setembro, uma reunião na SAMA para delineamento das atividades que dizem respeito a implantação do sistema de coleta seletiva de lixo no município de Cataguases.

Sob a coordenação do Senhor Secretario José Emilton e com a presença da senhora Maria do Carmo(presidente), Natan e Creusa Maria da Ascatag, senhor Oriel representando a associação de Moradores do Bairro Sebastião Adolfo, os professores João Dioni Sarquer Augusto e Ana Geralcina representantes do projeto Romualdinho da E.E. Marieta Soares Teixeira.

Durante a reunião o secretario José Emilton ,falou a respeito das dificuldades encontradas para dar inicio aos trabalhos , com a ajuda de custo que a Ascatag irá receber, além da utilização de um caminho próprio para o trabalho de coleta.

Ficou acertado que o trabalho terá um envolvimento das escolas municipais da região com apoio da secretaria municipal da educação, bem como da Fic que deseja estabelecer parceria com o projeto de coleta seletiva.

Estamos vendo o plantio de uma semente ser feito, sabemos muito bem que o mesmo não será rápido , encontraremos resistências devido ao costume mas acreditamos que as mudanças aos poucos chegarão.

Ficou acertado que a nossa escola continuará como um posto voluntário de coleta de recicláveis.

E que, no próximo dia 14 de setembro às 19:30 , ocorrerá uma reunião no bairro Sebastião Adolfo com a participação da associação do bairro Thomé para comunicarmos o inicio do trabalho de coleta seletiva naquela comunidade.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

RESUMO DO PROJETO




Escola Estadual Isa Moraes Freitas
GDP: Renovar para o sucesso
Coordenadora: Silvânia Alves Ladeira Barbosa


Nome do Projeto: LEITURA EM FOCO

  • JUSTIFICATIVA
A equipe de educadores da "E.E.Isa Moraes Freitas", assim como todo aluno do Ensino Médio Regular, reconhece a importância de seu desempenho neste GDP, sabendo do comprometimento e envolvimento do corpo docente e da competência dos mesmos, propuzemos a realização do projeto "Leitura em foco". Nosso ponto fundamental é o aluno, vamos promover a valorização da leitura e a escrita, desenvolvendo a capacidade de reflexão e letramento dos anos.

  • ABRANGÊNCIA
Alunos do Ensino Médio Regular acompanhados por professores, direção, supervisão e demais funcionários.

  • OBJETIVO GERAL
Tornar a equipe mais bem preparada para planejar e desenvolver a valorização da leitura em todas as disciplinas.

  • OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Realizar estudos, individuais e coletivos, para capacitação do GDP sobre temas relacionados às técnicas da leitura e interpretação de texto, envolvendo diferentes áreas de conhecimento.
- Elaborar e executar um plano de monitoramento e avaliação do Projeto "Leitura em Foco".

  • RESULTADOS ESPERADOS
- Melhoria no desempenho, na capacidade leitora, na resolução de atividades em todas as disciplinas.
- Melhoria na proficiência média dos alunos no Proeb.

"Para formar leitores ativos é preciso combinar e desenvolver procedimentos comuns em todas as áreas do saber". (Cláudio Bozzoni)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

E.E. DR. Norberto C. Ferreira GDP: Descobrindo Talentos na Literatura COORDENADORA: Ana Maria PROJETO: Gotas de Ortografia

Texto: Competências para ensinar

Questões para auxiliar a compreensão do texto:

1- Explique por que não há contradição entre os saberes escolares e as competências.
Porque um estimula o outro a medida que se desenvolvem ao longo do processo, sendo que os indícios apontam cada vez mais que saberes e competências são indissociáveis. A prova disso é que o aluno já chega a instituição de ensino com seus conhecimentos prévios, e os mesmos vão sendo aprimorados na medida em que se adquire conhecimentos formais e informais.

2- Por que Perrenoud não se preocupa em distinguir habilidade de competência?
Porque não se pode distinguir habilidades de competências, pois o ser humano é dotado de habilidades diversas, por isso cada ser humano é único. Na medida em que isso se desenvolve ele passa a ter sua habilidade mais acentuada em uma área. Mas isso não quer dizer que ele não possa se habilitar a uma nova realidade, em virtude que competência não pode ser classificada a priori em uma coisa ou outra, pois seu conceito é muito amplo.

3- “Possuir conhecimentos e habilidades não significa ser competente”. Comente.
Ás vezes o individuo, que é ser ativo no processo, compreende toda estrutura, possui noções de conceitos, entretanto não os adequada a sua realidade. Por isso não  consegue aplicá-los de forma emergencial em situações concretas.

4- Explique de que forma o indivíduo competente mobiliza os saberes e onde ele os busca.
Desde que suas competências não sejam mecanizadas, o indivíduo pode aplicá-las de forma consciente e concreta no seu processo de vida, visando sempre melhorar suas relações intrapessoais.

5- Liste dez competências/habilidades indispensáveis para se viver no século XXI.

Saber valer seus direitos e deveres como cidadão.
Compreender que ele não é um ser isolado e sim social. Portanto deve se instruir os demais para o bem comum.
Avaliar e valorizar suas possibilidades.
Ser um leitor assíduo e atuante.
Ser um agente transformador e pensante.
Ser um formador de opiniões.
Construir uma base sólida de teoria para conseguir aliá-la à prática do dia-a-dia.
Traçar objetivos, metas, buscando solidificar e concluir o que planejou com exatidão e coerência.
Saber analisar situações.
Respeitar os limites.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Debate sobre o texto de Philippe Perrenoud, Competências para Ensinar

Debate sobre o texto de Philippe Perrenoud, Competências para Ensinar





Não há competência sem saberes pois as competências elementares não deixam de ter relação com os saberes disciplinares, elas exigem noções de programas escolares ; enfim uma forma de cultura geral que também se adquire na Escola.  Mesmo quando os saberes escolares não são organizados para desenvolver tais competências, eles permitem apropriação de alguns conhecimentos necessários.
A mobilização exerce-se em situações complexas, que obrigam a estabelecer o problema antes de resolvê-lo, a determinar os conhecimentos pernitentes, a reorganizá-los em função da situação, a extrapolar ou preencher as lacunas.
Desenvolver competências desde a escola não é uma moda nova, mas um retorno às origens, às razões de ser de uma instituição escolar.
O acúmulo de saberes descontextualizados não serve realmente senão àqueles que tiverem o privilégio de aprofundá-los durante longos estudos ou uma formação profissional, contextualizando alguns deles e se exercitando para utilizá-los na resolução de problemas e tomada de decisões.
Ler, escrever e contar não está mais à altura das exigências de nossa época. A abordagem por competências busca simplesmente atualizá-las.

PERRENOUD, Philippe. Construir Competências é virar as costas aos Saberes



1 – Explique  por que não há contradição entre saberes escolares e as competências.

R: Porque não há competência sem saberes, as competências elementares não deixam de ter relação com os saberes disciplinares, elas exigem noções de programas escolares como conhecimentos de matemática, geografia, biologia, física, economia, psicologia, domínio da língua e operações básicas matemáticas, enfim uma forma de cultura geral que também se adquire na Escola.  Mesmo quando os saberes escolares não são organizados para desenvolver tais competências, eles permitem apropriação de alguns conhecimentos necessários. 


2 – Por que Perrenoud não se preocupa em distinguir habilidades de competências?

R: Porque para ele só teria sentido distinguir habilidade de competência se fosse remeter a funcionamentos mentais muitos diferentes e não acontece dessa maneira. Possuir conhecimento e capacidade não significa ser competente ou ter habilidade.


3 _ “Possuir conhecimentos e habilidades não significa ser competente. Comente.

 R: Porque as pessoas podem possuir  conhecimentos ou habilidades mas na prática não saber empregá-las, ou seja , pode se conhecer técnicas ou regras contábeis e não saber aplicá-las no momento oportuno, por exemplo numa situação de trabalho.


4 _ Explique de  que forma o indivíduo competente mobiliza os saberes e onde ele os busca.

R: O indivíduo competente mobiliza os saberes quando os mesmos são usados num momento oportuno. Pode-se buscá-los através de pesquisas, leituras, debates, entrevistas, trocas de experiências, entre outros. Os jovens que fazem estudos aprofundados acumulam saberes e constroem competências.

5- Liste dez competências/habilidades indispensáveis para viver no Século XXI.

R: Localizar lugares em mapas, ler bulas, ler e interpretar o que está ao seu redor, administrar seu tempo, saber ouvir , ter discernimento, operar máquinas, fazer cálculos, acreditar em seu potencial.

APRESENTAÇÃO DO PROJETO

                                                  APRESENTAÇÃO DO PROJETO



GDP: EVOLUCAO.MIP
COORDENADORA: MARIA APARECIDA RIBEIRO PACÍFICO



Num clima contagiante, realizou-se a apresentação do projeto,LENDO E APRENDENDO, aos alunos, professores e funcionários da EE. MANUEL INÁCIO PEIXOTO. Com muita ansiedade aguardam a I NOITE DA POESIA, que se realizará em 29/08/2011.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RESUMO DO PROJETO

ESCOLA ESTADUAL MANUEL INÁCIO PEIXOTO
GDP: EVOLUCAO.MIP
COORDENADORA: MARIA APARECIDA RIBEIRO PACÍFICO



NOME DO PROJETO

LENDO E INTERPRETANDO


JUSTIFICATIVA

A equipe de educadores da EE. Manuel Inácio Peixoto reconhece a importância do bom desempenho do docente para melhoria da qualidade do ensino, por isso mesmo, que este GDP, sabendo que nenhuma escola conseguirá ser competente se a prática docente não estiver ancorada numa base consistente de conhecimentos, propões a realização do projeto “Lendo e Interpretando”. Nosso ponto de partida é o aluno, pois reconhecemos a importância de propiciar a ele maior autonomia de “leitura” e escrita, favorecendo a reflexão e valorização do uso da língua em diferentes situações ou contextos  sociais, com sua diversidade e variedade no modo de produção.
ABRANGÊNCIA

Alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, acompanhados por professores , direção, especialistas, bibliotecário e demais funcionários da escola.

Objetivo Geral

Dar continuidade ao desenvolvimento profissional dos educadores, afim de que possam atuar de forma mais sistemática e menos intuitiva no processo ensino-aprendizagem da leitura/escrita na perspectiva do letramento, tornando o grupo mais bem preparado para planejar e desenvolver um trabalho escolar cooperativo.

Objetivos Específicos

Ø      Continuar o processo de capacitação do grupo para desenvolvimento do projeto através dos estudos;
Ø      Promover uma prática de ensino que tome os gêneros textuais como objeto de ensino para que o professor possa ampliar sua competência discursiva levando o aluno a identificar os diversos gêneros (crônica, fábulas, poemas) em diferentes situações sóciocomunicativas
Ø      Desenvolver com os alunos atividades que favoreçam o gosto pela leitura, e a curiosidade através do conhecimento de algumas obras de autores nacionais;
Resultados Esperados
Ø      Professores capacitados para o exercício do papel de orientadores e parceiros de seus alunos;
Ø      Professores capazes de modificar e encontrar soluções através da interdisciplinaridade;
Ø      Alunos lendo mais e frequentando periodicamente a iblioteca;
Ø      Alunos mais envolvidos com o mundo literário;
Ø      Alunos capazes de criar ou reescrever textos a partir de sua imaginação/criatividade
Ø      Escola mais unificada em questão de eventos que mobilizem toda a comunidade escolar:

E.E. MARIETA SOARES TEIXEIRA Coordenador: João Dioni Sarquer Augusto


Análise feita pela Equipe Romualdinho sobre o texto Competências Para Ensinar de Philippe Perrenoud

Não há contradição entre os saberes escolares e as competências porque para desenvolver a maioria das competências precisa-se mobilizar certos saberes. Eles se complementam. As habilidades requeridas na vida cotidiana não são desprezíveis, elas se unem às aprendizagens escolares e chegam ao objetivo almejado. É necessário ressaltar que ter conhecimento e habilidades são importantes, mas ser competente em alguma área requer aprimoramento, aquisição de saberes como: a melhor tradução de um texto em latim, resolução de problemas com o auxílio de sistema de equações com várias incógnitas, etc. 

Dessa forma, ter habilidades não quer dizer que é competente. O indivíduo competente estabelece o problema antes de resolvê-lo, determina os conhecimentos pertinentes, reorganiza-os em função da situação. E para exercer essa mobilização em momentos complexos, ele busca na escola os saberes e habilidades, pois ela fornece recursos às habilitações profissionais que desenvolverão competências.

Atualmente, para se viver no século XXI, são indispensáveis desenvolver competências/habilidades pertinentes à época. A trilogia das habilidades – ler,
escrever, contar – que fundou a escolaridade obrigatória no século XIX não está mais à altura das exigências atuais. È preciso que se tenha conhecimento geográfico, histórico, biológico, físico, químico, linguístico, matemático, tecnológico, comercial e também disciplinas escolhidas pelos professores para ensinarem e pesquisadores para desenvolverem seus estudos mas acima de tudo que se tenha a aplicabilidade de tais conhecimentos na vida cotidiana do aluno.
De nada vale ter conhecimentos, conhecer regras e não saber aplicá-los no dia a dia. Portanto, possuir conhecimentos ou capacidades não significa ser competente. Vários estudantes dominam teorias, mas não sabem aplicá-las no momento oportuno, porque não foram treinados para fazê-lo.

Muitas das vezes, conhecimentos básicos foram estudados na escola, mas fora de qualquer contexto, permanecendo inútil na vida cotidiana, pois os alunos não foram treinados para utilizá-los em situações concretas. A finalidade do saber deve ser tornar a pessoa competente não para o trabalho ou para a família somente mas para a vida.

Temos uma escola que ensina muita teoria e, no entanto, a prática ou a demonstração da utilidade de um saber é muito pouco ou quase nada explorada.
Não vimos expresso no texto uma preocupação do autor em estabelecer a distinção entre habilidades e competências. Vimos uma preocupação em demonstrar que o ensino pode se tornar mais atraente na medida que temos a utilidade demonstrada do que é ensinado.Estudamos no ensino fundamental a respeito da localização de um ser em uma determinada área geográfica, só que além de não se ter equipamentos básicos como bússolas, não são ministradas aulas práticas sobre o tema pois o “tempo” não permite. No entanto, esquecemo-nos de que com tal conhecimento evitaríamos muitos acidentes e transtornos na vida futura de uma pessoa.

O indivíduo que busca ser competente transforma tudo que foi por ele aprendido em conhecimento utilizável. É a colocação em prática da lei de Lavoisier, ou seja, transformando o que foi aprendido em ferramenta para o desenvolvimento e crescimento intelectual e profissional.

Quanto ao ato de buscar, este não se deve ater somente ao que habitualmente mencionamos como: livros, internet ou os meios de comunicação como as principais fontes de saber e de se adquirir conhecimento, mas principalmente, devemos destacar e ressaltar aos nossos alunos que a observação é a principal fonte de busca do conhecimento, e, por que não dizer, a responsável pela evolução humana desde os primórdios da pré-história.