Este projeto tem como foco melhorar o desempenho profissional dos professores do Ensino Fundamental e Médio.

O desenvolvimento profissional é resultado de um processo dinâmico e coletivo, por isso, a estratégia do Projeto de Desenvolvimento Profissional (PDP) baseia-se na constituição de grupos autogerenciados de estudo, reflexão e ação denominados Grupos de Desenvolvimento Profissional (GDP). Tais grupos se articulam em torno da concepção e execução de um projeto que conta com o apoio da Secretaria Estadual de Educação. Ao constituir e participar de um GDP os educadores se envolvem em um processo de mútua aprendizagem.

Desde 2004, o PDP é desenvolvido nas escolas que participam do Projeto Escolas-Referência.

Em 2011 a Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina dará continuidade ao trabalho com os GDPs partindo do pressuposto de que o desenvolvimento profissional deve promover autonomia de ação, liberdade de análise, autoconfiança e poder de decisão, decorrentes de um trabalho coletivo para a realização de estudos e projetos.

domingo, 11 de dezembro de 2011

CONVITE X FESTIVAL DE POESIAS

CONVITE:

Convido você para o meu aniversário

Vou completar 10 anos

Será no dia 16/12/2011, a partir das

19:00 horas, no Centro Cultural

Humberto Mauro.

Traga-me como presente:

Sua presença insubstituível;

Seu sorriso contagiante;

Seu olhar de estrelas, incrível!

Seu aplauso mirabolante!

E receberá como souvenir:

Uma noite repleta de prazer

Que foi preparada para pessoas

Especiais como você.

Venha ser feliz por um dia,

Comemorando comigo uma década

De sonhos, realidade e fantasia.

Ass: Festival Cantos e Encantos da Poesia

Dez anos se passaram... A cada festival a nossa emoção só aumentava! Passamos por várias dificuldades... Mas jamais perdemos os sonhos, nem o brilho nos olhos. Sempre acreditamos na capacidade de nossos alunos E fomos ousados, atravessamos o muro, bailamos na rosa da vida E hoje completamos uma década.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

GDP " Experimentar para Apreender"
E.E. Francisco Inácio Peixoto- Cataguases
Coordenadora: Heloisa
Sub-coordenadora: Renata
Marcilene
Escola Estadual “Francisco Inácio Peixoto”
No dia 20/10/2010, fizemos uma visita ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, UFRJ.
O museu foi fundado em decreto por D. João VI, em 6 de Junho de 1818, com o nome de Museu Real. O museu reúne os maiores acervos artístico da América Latina, laboratórios de pesquisa e pós-graduação. 
Um deles é o laboratório egípcio, onde vimos múmias, estelas funerárias. Cada uma delas tem uma história, ouvimos falar, que os Greco-romanos, acreditavam em uma vida após a morte, ou seja, uma vida depois dessa, daí acreditavam que o corpo do morto devia chegar em boas condições na outra vida, que acreditara ter, com isso, eles retiravam toda água do corpo da pessoa, abriam a barriga tiravam todos os órgãos, em alguns casos tiravam até o cérebro, depois tampavam (costuravam) a barriga do morto, passavam um sal muito forte, para tirar o resto de água, após isso tudo eles enrolavam a pessoa em faixas brancas e colocavam nas estelas funerárias.

Vimos no Museu também, uma variedade de fósseis de dinossauros que viveram até cerca de 65 milhões de anos Um deles encontrado no litoral do Maranhão, um dos maiores fósseis do Brasil, e mais temido também, falaram que o animal media cerca 12 a 14 metros do crânio até a cauda e pesava de 5 a 7 toneladas.










Outra atração foi o Meteorito do Bendegó composto por uma massa compacta de ferro e níquel é o maior meteorito brasileiro e um dos maiores do mundo, ele foi achado no ano de 1784 por Joaquim da Motta Botelho, no sertão da Bahia.






                      Visitamos a praia de Copacabana, que é um maravilhoso lugar.



Na viagem passamos pela Serra dos Órgãos denominação para o setor da Serra do Mar entre as cidades de Petrópolis e Teresópolis.
Painel com informações  geológicas encontrado no Mirante da Serra dos Órgãos.
Profª  Heloisa, Marcilene e Gilberto

Vista da Serra dos Órgãos no dia 20/10/2011

Marcilene no Forte de Copacabana
Por fim visitamos o Forte de Copacabana, onde foi sede da Primeira Escola de Fogo. Em 1935, foi palco de acontecimentos importantes na história do Brasil. Nele esteve detido o Presidente da República Washington Luís.  Lá se encontra acervos curiosos como, por exemplo, fragmentos da Bandeira do Brasil.
Uma curiosidade: Quando eles iam disparar uma bomba, avisavam com uma sirene para todos abrirem as janelas para não quebrarem as vidraças de suas casas.



Por  Marcilene Lacerda Neves de Oliveira - 2º ano A







RELATOS DE PROFESSORES E ALUNOS SOBRE A VISITA AO MUSEU NACIONAL E FORTE DE COPACABANA

GDP " Experimentar para Apreender"
E.E. Francisco Inácio Peixoto- Cataguases
Coordenadora: Heloisa
Sub-coordenadora: Renata


No dia 20 de Outubro de 2011, professores e nós alunos saímos da Praça D.Catarina com destino ao Museu Nacional e ao Forte de Copacabana no Rio de Janeiro.A viagem muito boa, principalmente a ida , pois fomos conhecendo melhor pessoas que às vezes conhecíamos só de vista na escola, e todos estavam muito dispostos.O clima estava muito bom com todos se divertindo e entrosando no ônibus.
No Museu Nacional conhecemos muito das antigas civilizações de todo o mundo, com vários fósseis, várias múmias e objetos de épocas passadas, tudo muito bem explicado pelas alunas da UFRJ e pelos funcionários do museu que nos contavam a história de todo o planeta no decorrer de bilhões e bilhões de anos de uma forma bem interativa e interessante.
Vimos vários fósseis e esqueletos de animais já extintos, como o tigre-dentes-de-
sabre.


Da esquerda para a direita Profª Paula e as alunas do Magistério Marta e Isabele ao lado do esqueleto Tigue-dentes-de-sabre.
“Smilodon: popularmente conhecido como Tigre-dentes-de-sabre, é um felino extinto, pertencente à subfamília Machairodontinae.
Apesar de parecidos, o tigre-dentes-de-sabre não é um antecessor do tigre, nem lhe está diretamente
associado.O Smilodon surgiu no Plioceno (três milhões de anos atrás), sendo provavelmente um descendente do dente de sabre mais antigo Megantereon, e viveu na América doNorte e América do Sul até há dez mil anos. Estes felinos variavam bastante em tamanho, mas a espécie maior, sul-americana, Smilodon populator
tinha exemplares que mediam mais de três metros de  comprimento e pesavam cerca de 400 quilogramas, sendo maiores e mais robustos do que um leão adulto. Eram estritamente carnívoros, e os seus dentes
caninos superiores podiam medir até vinte centímetros de comprimento. Possuíam uma articulação especial da mandíbula que a permitia abrir num ângulo de até 95°.”


Algumas fotos do Museu Nacional
















 Na hora do almoço, fomos para  Copacabana. Com as novas amizades feitas na viagem tivemos um tempo para podermos conhecer ruas, lojas,restaurantes e praias, onde nos divertimos muito e tiramos várias fotos.




No meio da tarde fomos conhecer o Forte de Copacabana, onde aprendemos  sobre sua história e os motivos ao qual foi construído.


Débora e Walquíria na entrada do Forte de Copacabana



Inaugurando em 28 de setembro de 1914, pelo então Presidente da República Marechal Hermes da Fonseca, ocupando uma área de 114.000 m2, foi considerado a mais moderna praça de guerra da América do Sul e um marco para a engenharia militar de seu tempo. As paredes externas voltadas para o mar de 12 metros de espessura, acolhem os canhões alemães Krupp (305 mm, 190 mm e 75 mm) assentados em cúpulas encouraçadas e giratórias.


Débora  e  no plano de fundo o Forte de Copacabana 

 Por Débora Antunes dos Santos 3ºAB

RELATOS DE ALUNOS SOBRE TRABALHO DE CAMPO NO MUSEU NACIONAL E FORTE DE COPACABANA.

GDP " Experimentar para Apreender"
E.E. Francisco Inácio Peixoto- Cataguases
Coordenadora: Heloisa
Sub-coordenadora: Renata
Viviane ( Alto da Cúpula do Forte de Copacabana)

Realizou-se no dia 20 de Outubro de 2011, pelos alunos e professores da Escola Estadual Francisco Inácio Peixoto, uma viagem ao Rio de Janeiro, com visita cultural ao Museu Nacional/UFRJ e Museu Histórico do Exército / Forte de Copacabana.

Museu Nacional
Após sermos recebidos pelos monitores responsáveis  por nos mostrar e explicar sobre  o Museu Nacional, começamos as visitas  por um salão onde se encontra um grande meteorito que caiu em terras brasileiras. 







Logo após fomos passando de sala em sala, onde nos foi apresentado os esqueletos de dinossauros e preguiças, alguns verdadeiros e outros que eram apenas réplicas. Até que chegamos à sala onde foi possível entender melhor o trabalho que fizemos sobre o Egito para a Feira Cultural. Ali encontramos desde artefatos, antigas escrituras e até mesmo múmias e também algumas esfinges e sarcófagos.Podemos dizer que foi bem interessante e esclarecedor.



Sha- Amun-ensu


DETALHE DO ROSTO DO CAIXÃO DE SHA-AMUN-EN-SU 
Baixa época, cerca de 750 a.C. Madeira estucada e policromada Tebas ocidental, Egito Antigo 1,58 m.
Em 1876, quando de sua segunda visita ao Egito, Dom Pedro II foi presenteado pelo Quediva Ismail com o belo esquife pintado da “Cantora de Amon”, Sha- Amun-en-su, que veio a manter em seu gabinete até a Proclamação da República, em 1889 quando o esquife passou a ser incluído na coleção do Museu Nacional. Posteriormente, a coleção egípcia foi acrescida de outros objetos por meio de doações ou compras de particulares, chegando a cerca de 700 objetos. O exame tomográfico realizado na múmia de Sha Amun en su revelou a presença de amuletos no interior do caixão, entre eles um escaravelho-coração.

( Extraído do acervo de arqueologia do Museu Nacional) http://www.museunacional.ufrj.br


Forte de Copacabana


No Forte fomos recebidos pelo soldado Johny Michael que ficou encarregado de  apresentar e  contar a história da fortificação. Após nos receber no portão externo do Forte,   contou o começo da história do Forte de Copacabana, cuja  obra foi inaugurada como Forte de Copacabana em 28 de setembro de 1914, seu primeiro comandante, nomeado em 1912, ainda durante a construção, foi o Major Antônio Carlos Brasil. Logo em seguida  nos levou às dependências da área externa onde observamos as peças de Artilharia de Costa dos séculos XIX e XX, e o “Café do Forte”, filial da tradicional Confeitaria Colombo, etc. E assim por esse caminho  foi possivel chegar ao portão interno, onde se é mantido todo o acervo histórico daquela epóca, possuindo apenas uma entrada, dificultando assim a fuga de algum possível invasor, que teria de sair pelo mesmo lugar que entrou, pois a fortificação foi construída no intuito de proteger a capital da epóca, tendo no seu muro externo uma espessura de 12 metros, e nas paredes da área interna 1 metro de espessura, tentando asssim evitar perfurações de ataques . Ele foi construido em formato de labirinto sendo que muito desses caminhos não se levava a lugar nenhum.


Soldado com uniforme histórico do Forte de Copacabana.  



Viviane e  Soldado Johny Michael( guia do Forte)

Por Viviane Jacinto dos Santos 3º C

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

RELATOS DE ALUNOS SOBRE TRABALHO DE CAMPO NO MUSEU NACIONAL E FORTE DE COPACABANA.

GDP " Experimentar para Apreender"
E.E. Francisco Inácio Peixoto- Cataguases
Coordenadora: Heloisa
Sub-coordenadora: Renata
Karoline

O Paço de São Cristóvão,  que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850.Lá ele viveu por longo tempo, tornando este edificio testemunha de diversos momentos importantes na história do Brasil.
O museu é constituído por três pavimentos distribuídos em 63 salas no primeiro pavimento, 36 no segundo, e 23 no terceiro. Após as reformas de adaptação do palácio ocorridas em 1910, muitas salas foram modificadas.
Ali encontram~se  reunidos os maiores acervos cientificos da America Latina, suas exposições são abertas ao público entre os departamentos de Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados, Vertebrados, Geologia e Paleontologia.

Karoline no Museu Nacional
 Karoline, Luana e Viviane
(Da direita para a  esquerda)



Por Karoline Aristóteles  Lucas 3º D

domingo, 4 de dezembro de 2011

RELATOS DE ALUNOS SOBRE TRABALHO DE CAMPO NO MUSEU NACIONAL E FORTE DE COPACABANA.

GDP EXPERIMENTAR PARA APREENDER
EE FRANCISCO INÁCIO PEIXOTO


Preferimos relatar sobre algumas observações que fizemos na viagem e aprofundamos um pouco  em conhecimentos sobre localização, clima e a paisagem do Estado que visitamos. 
Maxsuell e Raniere
O estado do Rio  de Janeiro faz parte do bioma da Mata Atlântica brasileira, tendo em seu relevo montanhas e baixadas localizadas entre a Serra da Mantiqueira e Oceano Atlântico, destacando-se pelas paisagens diversificadas, com escarpas elevadas à beira-mar, restingas, baías, lagunas e florestas tropicais. Fazendo divisa com os estados de Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais, o Rio de Janeiro é um dos menores estados do país e o menor da região Sudeste.  Predominam no estado do Rio de Janeiro os climas tropical (baixadas) e tropical de altitude (planalto).No percurso que fizemos conseguimos sentir as variações de temperaturas pela influência da altitude. Na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, domina o clima tropical semiúmido,com chuvas abundantes no verão, que é muito quente e invernos secos, com temperaturas amenas.Nos pontos mais elevados da região serrana, limite entre a Baixada Fluminense e a Serra Fluminense, observa-se o clima tropical de altitude, mas com verões um pouco quentes e chuvosos e invernos frios e secos. Nas Baixadas Litorâneas, a famosa Região dos Lagos, o clima é tropical marítimo, com média anual de cerca de 24°C com verões moderadamente quentes, mas amenizados devido ao vento do mar e invernos amenos. Também é devido ao vento frio trazido pela Corrente das Malvinas vindo do mar que esta região é uma das mais secas do Sudeste, com precipitação anual de apenas cerca de 750mm em cidades como Arraial do Cabo, Cabo Frio e Armação dos Búzios, e não passando de cerca de 1.100 mm nas cidades mais chuvosas da região, Maricá e Saquarema.


Achamos interessante abordar esses aspectos, pois ao passarmos por essa região conseguimos apreender melhor o que foi explicado nas aulas de  Biologia e Geografia sobre os fatores que influenciam o clima como altitude, latitude, continentalidade, maritimidade e correntes marítimas.Conhecimentos sobre o bioma Mata Atlântica  e a necessidade de sua preservação  foram também melhor compreendidos.
Algumas fotos do Forte de Copacabana  e do  Museu Nacional 


Marcus Vinícius, Raniere, Maxsuell e Gilberto
(Da esquerda para a direita)


Por Raniere e Maxsuell